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O envelhecimento também precisa de presença, respeito e amor
O Brasil está envelhecendo. E, junto com o aumento da longevidade, surge uma questão que precisa estar cada vez mais presente dentro das famílias:
Estamos preparados para cuidar de nossos pais quando eles envelhecerem?
Durante muitos anos, são eles que cuidam dos filhos. Alimentam, protegem, acompanham, educam e oferecem aquilo que podem para que uma nova geração cresça.
Mas a vida é um ciclo.
Chega um momento em que nossos pais também podem precisar de ajuda para organizar sua alimentação, comparecer às consultas, utilizar corretamente seus medicamentos, cuidar da higiene, movimentar-se com segurança e manter uma rotina saudável.
Porém, existe uma necessidade que não pode ser esquecida:
a necessidade de continuar sendo amado, ouvido, respeitado e incluído.
A pessoa idosa não é apenas um diagnóstico
Com o envelhecimento podem surgir doenças crônicas, alterações cognitivas e outras condições que exigem acompanhamento profissional.
Medicamentos podem ser fundamentais e jamais devem ser iniciados, alterados ou suspensos sem avaliação adequada. Ao mesmo tempo, o cuidado integral não termina na prescrição.
É necessário olhar para a pessoa.
Como ela está se alimentando?
Está se hidratando adequadamente?
Consegue realizar suas atividades?
Tem oportunidade de conversar?
Convive com outras pessoas?
Participa das decisões sobre a própria vida?
Tem momentos de prazer, descanso e interação?
Essas perguntas também fazem parte do cuidado.
Alimentação, acompanhamento e qualidade de vida
Na terceira idade, alterações no apetite, mastigação, deglutição, hidratação, composição corporal e necessidades nutricionais podem exigir atenção individualizada.
Por isso, o acompanhamento nutricional pode ser um importante aliado para preservar a funcionalidade, identificar riscos nutricionais e adaptar a alimentação às necessidades e condições de saúde de cada pessoa.
Mas existe algo que nenhuma dieta consegue substituir: o vínculo humano.
Conversar, cantar, passear, compartilhar uma refeição, estimular atividades possíveis e proporcionar momentos agradáveis são maneiras de preservar convivência e participação social.
Cuidar sem retirar a autonomia
Cuidar de nossos pais não significa decidir tudo por eles.
Sempre que suas condições permitirem, a pessoa idosa deve participar das decisões relacionadas à própria rotina e ao próprio cuidado.
A família pode oferecer proteção sem apagar a individualidade.
Pode ajudar sem infantilizar.
Pode acompanhar sem retirar a autonomia.
E pode compreender que, por trás daquela pessoa que hoje precisa de ajuda, existe uma história inteira que merece respeito.
As famílias também precisam ser preparadas
Nem todo filho sabe cuidar de um pai ou de uma mãe que envelhece. Muitas famílias precisam de informação, orientação e apoio profissional.
Por isso, precisamos falar sobre envelhecimento antes da chegada de uma situação de dependência.
Precisamos ensinar prevenção, alimentação adequada, acompanhamento de saúde, organização dos medicamentos, segurança, atividade física conforme orientação profissional, convivência social e respeito à saúde emocional.
Conhecimento também é uma forma de cuidado.
Uma mensagem da Pass Nutry para todas as famílias
A Pass Nutry — Plano Nutricional e Clínica Geral acredita no cuidado ao longo de toda a vida.
Queremos contribuir para uma nova cultura de prevenção, na qual envelhecer não seja sinônimo de abandono, invisibilidade ou perda automática da autonomia.
Que nossos idosos tenham acompanhamento profissional quando necessário, alimentação adequada às suas necessidades e, principalmente, continuem fazendo parte da vida de suas famílias e da sociedade.
Porque cuidar não é apenas acrescentar anos à vida.
É trabalhar para que esses anos sejam vividos com dignidade, respeito, presença e qualidade de vida.
Pass Nutry — transformar hábitos
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